"Por que este predador assumiu o controle do modo que você está descrevendo, don Juan?" eu perguntei. "Deve haver uma explicação lógica."
"Há uma explicação", don Juan respondeu, "que é a explicação mais simples no mundo. Eles nos dominam porque somos comida para eles, e nos apertam impiedosamente porque somos seu sustento. Da mesma maneira que nós criamos galinhas em galinheiros, gallineros, os predadores nos criam em gaiolas humanas, humaneros. Então, sua comida está sempre disponível para eles."
Eu sentia que minha cabeça estava sacudindo violentamente de um lado para o outro. Não podia expressar meu profundo senso de desconforto e descontentamento, mas meu corpo se moveu para trazê-lo à superfície. Eu tremi da cabeça aos pés sem qualquer volição de minha parte.
"Não, não, não, não," eu me ouvi dizendo. "Isto é absurdo, don Juan. O que você está dizendo é algo monstruoso. Simplesmente não pode ser verdade, para feiticeiros ou para homens comuns, ou para qualquer um."
"Por que não?" don Juan calmamente perguntou. "Por que não? Porque o enfurece?"
[:o] "A Lógica é, na verdaDe, inabalável, mas ela não resiste a uma pessoa que quer viver" Kafka [;)]
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sábado, 13 de junho de 2009
comida é pasto...vc tem medo de quÊ?
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Procuro e Encontro...
... O que sempre encontro
é um desassossego reto
FERNANDO e seus PESSOA...
um livro lido que livra AS PESSOAS.
é um desassossego reto
FERNANDO e seus PESSOA...
um livro lido que livra AS PESSOAS.
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sábado, 25 de abril de 2009
@briu
M.D.
“Você fecha os olhos, adormece.
Ora você está fora de si, ora escreve em voz alta, você conta histórias com o susto e prazer de contar, ora o medo...se transforma em um terror alucinado. No interior do perímetro do álcool, você se move , você já existe.
LIVRE DA LÓGICA COMUM, VOCÊ CONTINUA O CAMINHO, AQUELE QUE NÃO SE SABE QUANDO COMEÇOU, INFINITAMENTE LONGO E ACESSÍVEL SÓ PARA VOCÊ.
Ouço você ir da cama para a escrivaninha, deixo, talvez você venha até mim...” (p.87 página mágica, mágicos números, Yann Andréa, sobre M.D.)
Escrever como se fosse um delírio, escrever delirante...
Uma ex alcoólatra, em delliriuns delirantes...
Meu (álcool) local de trabalho totalmente transformado, não o reconhecERia, mas não queria que fosse de outra forma, mesmo sendo imaginário, era também algo de concreto. A alva claridade, os vidros me deixavam perceber. A tão sonhada estufa de leituras, com café e pitadas da tal modernidade...
Inacreditável!
Corro para a máquina do café e faço uma destas bebidas dos meus sonhos, com chantilly... Passo os dedos pelas prateleiras infinitamente limpas pensando em como irei mante-las?!
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domingo, 5 de abril de 2009
te ce ce dois (berlin san)
Não sei se já observastes isso em vós mesmos – como ente humano e não como um fragmento, num mundo fragmentado. Um ente humano (...) não tem nacionalidade (...) “participar” não significa simplesmente estender a mão para receber alguma coisa. Significa que deveis compartilhar (...) se ganhais uma belíssima jóia e não sabeis quanto ela é preciosa, podeis jogá-la fora; sois incapaz de apreciá-la em companhia de outros.
Krishnamurti.
As (in)definições de conceitos relativos ao tema identidade estão relacionadas às teorias do campo dos Estudos Culturais onde é concebida “a cultura como espaço privilegiado de transformação do ser social” (Williams, citado por Escosteguy, 2003, p.57).
Esta pesquisa tem a orientação construcionista, bibliográfica, é exploratória, explicativa, qualitativa e refere que o objeto das Ciências Sociais é histórico. Onde, aceitando os critérios da historicidade, aproximado e construído, o pesquisador – cavador de respostas – na busca do progresso desta precisa estar associado muito mais às violações do que à obediência (Feyerabend citado por Minayo, 2004, p.16; Santos, 2002).
As propostas dos Estudos Culturais serão relacionadas com as idéias de autores como Hall (2001) e Bauman (2005) que situam o tema na pós-modernidade e no pós-estruturalismo, utilizando, respectivamente, os termos “modernidade tardia” e “modernidade líquida”. Estes e alguns outros autores dos Estudos Culturais fazem levantamentos que constituem a difícil definição da identidade brasileira ou de uma formação dela, coadunando urgentes necessidades de novos paradigmas para tal referencial que requerem análises complexas, de cunho emancipatório e urgentes, onde é necessária a revisão frente às crises dos paradigmas conceituais do conhecimento.
A construção de uma identidade – nacional – não se constitui em um processo simples porque é difícil conceituar termo tão ambíguo, ou até mesmo poético, romântico. Hall irá tratá-lo como “(. . .) demasiadamente complexo, muito pouco desenvolvido e muito pouco compreendido” no conhecimento social contemporâneo “para ser definitivamente posto à prova” (2001, p.8).
Os sujeitos assumem diferentes e conflitantes identidades, o que só torna o processo como algo diferente de inato e existente na consciência desde o momento do nascimento até a hora da morte. A identidade não se desenvolve naturalmente sendo formada em relação aos outros, ao longo do tempo, através de processos inconscientes. Gritando que existe “algo 'imaginário' ou fantasiado sobre sua unidade” (Hall, 2001, p. 37-38), fazendo com que ela permaneça incompleta, um processo que está sempre sendo formado e reformulado.
No que se refere a um país continental, composto de muitos diferentes sujeitos e demasiadas desigualdades sociais, econômicas e culturais, a pretensa definição de identidade nacional e a análise de sua formação requerem muito mais a possibilidade de alguma licença poética aliada ao rigor na complexidade de tal análise, do que o rigor científico em “recapturar esse prazer fantasiado da plenitude” (Hall, 2001, p.39).
O problema que norteia este artigo é se pode se falar de uma identidade nacional brasileira. A questão fundamental que direciona este estudo vincula-se ao referencial de identidade que utilizado numa ampliação e não num fechamento. A isto segue a pergunta: qual o referencial de identidade utilizado?
No livro “Identidade”, o entrevistador Vecchi diz que em sua impressão ao dialogar com Bauman, foi ficando consciente de ter adentrado um continente muito mais amplo que aquilo por ele esperado: o vasto território real incabível nos mapas. “Continente cujos mapas eram quase inúteis em se tratando de encontrar direções” (2005, p.7). Igualmente, nós nos deparamos com a impossibilidade de um fechamento tranqüilo ou meramente tranqüilizador pela imprecisão e pela própria complexidade a que a temática nos submete. Eles, entrevistador e entrevistado, falam do lugar de impossível definição de identidade no mundo de rupturas pós-moderno e líquido, cuja tarefa torna-se impraticável/impossível pelas suas infinitas saídas.
Durante o transcorrer do processo de pesquisa bibliográfica foi necessário aceitar que às referências circunscritas, articulavam-se paradoxos ao pensamento lógico formal em suas características determinantes e restritivas que não poderiam dar conta de tal complexidade.
O referencial de identidade parte do esfacelamento do próprio referencial – via alternativa – que abre maiores possibilidades de diálogo dentro do tema. O convite de Bauman (2005, p.12) é o de nos exercitarmos com um pouco de sabedoria nos preparando para que este exercício seja, inevitavelmente, rompido por convidados “inesperados” que ele chama de “estratégias de adaptação à modernidade líquida” e que tem ações nas sociedades capitalistas tardias. Somos lançados, sem poder descansar, ao infinito e às profundidades desta questão social, atual e crucial. O autor vai referir que “a identidade é uma convenção socialmente necessária” e que muitas vezes vem sendo usada “com extremo desinteresse no intuito de moldar e dar substância a biografias pouco originais”.
Submetendo, sob o pretexto de entreter, homens e mulheres hipermodernos à alienação, remetendo-nos a pensamentos reducionistas, cientificamente atomizado-nos em seres (uni nucleados) individualizados (indivisíveis). Inserindo distancia aos sujeitos naquilo que poderia começar a responder à problemática, subjetiva e filosófica pergunta: quem sou eu?
Tradição na Globalização: o Esfacelamento das Fronteiras
Krishnamurti.
As (in)definições de conceitos relativos ao tema identidade estão relacionadas às teorias do campo dos Estudos Culturais onde é concebida “a cultura como espaço privilegiado de transformação do ser social” (Williams, citado por Escosteguy, 2003, p.57).
Esta pesquisa tem a orientação construcionista, bibliográfica, é exploratória, explicativa, qualitativa e refere que o objeto das Ciências Sociais é histórico. Onde, aceitando os critérios da historicidade, aproximado e construído, o pesquisador – cavador de respostas – na busca do progresso desta precisa estar associado muito mais às violações do que à obediência (Feyerabend citado por Minayo, 2004, p.16; Santos, 2002).
As propostas dos Estudos Culturais serão relacionadas com as idéias de autores como Hall (2001) e Bauman (2005) que situam o tema na pós-modernidade e no pós-estruturalismo, utilizando, respectivamente, os termos “modernidade tardia” e “modernidade líquida”. Estes e alguns outros autores dos Estudos Culturais fazem levantamentos que constituem a difícil definição da identidade brasileira ou de uma formação dela, coadunando urgentes necessidades de novos paradigmas para tal referencial que requerem análises complexas, de cunho emancipatório e urgentes, onde é necessária a revisão frente às crises dos paradigmas conceituais do conhecimento.
A construção de uma identidade – nacional – não se constitui em um processo simples porque é difícil conceituar termo tão ambíguo, ou até mesmo poético, romântico. Hall irá tratá-lo como “(. . .) demasiadamente complexo, muito pouco desenvolvido e muito pouco compreendido” no conhecimento social contemporâneo “para ser definitivamente posto à prova” (2001, p.8).
Os sujeitos assumem diferentes e conflitantes identidades, o que só torna o processo como algo diferente de inato e existente na consciência desde o momento do nascimento até a hora da morte. A identidade não se desenvolve naturalmente sendo formada em relação aos outros, ao longo do tempo, através de processos inconscientes. Gritando que existe “algo 'imaginário' ou fantasiado sobre sua unidade” (Hall, 2001, p. 37-38), fazendo com que ela permaneça incompleta, um processo que está sempre sendo formado e reformulado.
No que se refere a um país continental, composto de muitos diferentes sujeitos e demasiadas desigualdades sociais, econômicas e culturais, a pretensa definição de identidade nacional e a análise de sua formação requerem muito mais a possibilidade de alguma licença poética aliada ao rigor na complexidade de tal análise, do que o rigor científico em “recapturar esse prazer fantasiado da plenitude” (Hall, 2001, p.39).
O problema que norteia este artigo é se pode se falar de uma identidade nacional brasileira. A questão fundamental que direciona este estudo vincula-se ao referencial de identidade que utilizado numa ampliação e não num fechamento. A isto segue a pergunta: qual o referencial de identidade utilizado?
No livro “Identidade”, o entrevistador Vecchi diz que em sua impressão ao dialogar com Bauman, foi ficando consciente de ter adentrado um continente muito mais amplo que aquilo por ele esperado: o vasto território real incabível nos mapas. “Continente cujos mapas eram quase inúteis em se tratando de encontrar direções” (2005, p.7). Igualmente, nós nos deparamos com a impossibilidade de um fechamento tranqüilo ou meramente tranqüilizador pela imprecisão e pela própria complexidade a que a temática nos submete. Eles, entrevistador e entrevistado, falam do lugar de impossível definição de identidade no mundo de rupturas pós-moderno e líquido, cuja tarefa torna-se impraticável/impossível pelas suas infinitas saídas.
Durante o transcorrer do processo de pesquisa bibliográfica foi necessário aceitar que às referências circunscritas, articulavam-se paradoxos ao pensamento lógico formal em suas características determinantes e restritivas que não poderiam dar conta de tal complexidade.
O referencial de identidade parte do esfacelamento do próprio referencial – via alternativa – que abre maiores possibilidades de diálogo dentro do tema. O convite de Bauman (2005, p.12) é o de nos exercitarmos com um pouco de sabedoria nos preparando para que este exercício seja, inevitavelmente, rompido por convidados “inesperados” que ele chama de “estratégias de adaptação à modernidade líquida” e que tem ações nas sociedades capitalistas tardias. Somos lançados, sem poder descansar, ao infinito e às profundidades desta questão social, atual e crucial. O autor vai referir que “a identidade é uma convenção socialmente necessária” e que muitas vezes vem sendo usada “com extremo desinteresse no intuito de moldar e dar substância a biografias pouco originais”.
Submetendo, sob o pretexto de entreter, homens e mulheres hipermodernos à alienação, remetendo-nos a pensamentos reducionistas, cientificamente atomizado-nos em seres (uni nucleados) individualizados (indivisíveis). Inserindo distancia aos sujeitos naquilo que poderia começar a responder à problemática, subjetiva e filosófica pergunta: quem sou eu?
Tradição na Globalização: o Esfacelamento das Fronteiras
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sobre sebos, livroslidos ou não lidos...
Quando tinha 5 anos, conheci minha primeira LIVRARIA num mercado de rua por onde tinha de passar a caminho da escola. Até essa época, eu julgava que os livros cresciam nas bibliotecas. Não fazia idéia de que podiam ser comprados e levados para casa...
Essa primeira descoberta FOI UMA LIÇÃO, e desde então passei a freqüentar regularmente lojas de livros, especialmente os sebos. Adoro tudo o que há neles – as prateleiras abarrotadas (ou não), as janelas poeirentas, o piso gasto de oleado, mas acima de tudo, seu cheiro. Para mim, o melhor são os livros antigos, os bolorentos, os com páginas de papel grosso, os velhos sem capa e com a lombada escura. Agora minha casa também está abarrotada de livros e lembro-me dos locais que visitei mais pelas livrarias que lá encontrei do que por qualquer outra coisa.
- Claire Rayner, em bookseller , Reino Unido
Essa primeira descoberta FOI UMA LIÇÃO, e desde então passei a freqüentar regularmente lojas de livros, especialmente os sebos. Adoro tudo o que há neles – as prateleiras abarrotadas (ou não), as janelas poeirentas, o piso gasto de oleado, mas acima de tudo, seu cheiro. Para mim, o melhor são os livros antigos, os bolorentos, os com páginas de papel grosso, os velhos sem capa e com a lombada escura. Agora minha casa também está abarrotada de livros e lembro-me dos locais que visitei mais pelas livrarias que lá encontrei do que por qualquer outra coisa.
- Claire Rayner, em bookseller , Reino Unido
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abordagem amplificadas
O texto é meu, mas foi criado a partir das Autoras: Ida Ismênia de Lima Curi Hallal e Silvia Chwartzmann Halper.
Conforme Hallal e Halper a Ecologia do desenvolvimento humano descreve o estudo da acomodação progressiva e mútua entre o ser humano e os ambientes na qual estejam inseridos, processo afetado pelas relações estabelecidas entre sujeito e meio nos contextos mais amplos. Partindo da tese de que Ecologia é o estudo das relações entre os organismos vivos e todos os elementos do seu ambiente no qual o meio externo envia estímulos e recursos para seu desenvolvimento e sobrevivência. No caso dos seres humanos este desenvolvimento envolve processos relacionais e adaptativos de caráter biológicos, psicológicos, sociais e culturais.
Bronfrenbrenner, um dos autores usados pelas estudiosas, defende diferentes níveis relacionais dentro de uma ecologia que envolve micro, meso, exo e macro sistemas, incluindo a questão da cultura como elemento que traduz as relações políticas e econômicas da sociedade. Ocorre, ainda, “uma transição ecológica” sempre que a posição de um sujeito é alterada em conseqüência de uma mudança de papel, ambiente ou ambos.
Considerando-se o consumo de droga (sua produção, distribuição, comercialização, etc.) como “fenômeno especificamente humano”, cultural que sempre existiu, não é possível igualar as interferências nas sociedades primitivas e atuais. Diferenças essenciais nas questões complexas das relações humanas e nos modo de vida das atuais sociedades no que incluem as negociações, sua interferência e conseqüências, tanto nos aspectos individuais, familiares e culturais (para não falar nos políticos e econômicos).
A partir do desenvolvimento da sociedade pós-industrial, “enfaticamente produtora”, e seu processo de histórico de racionalização e automação até o nosso estágio atual de “mercantilização selvagem”, DE UMA SOCIEDADE enfaticamente “CONSUMIDORA”, onde o comércio de drogas é, cada vez mais, um importante negócio “que obedece às leis” implacáveis da economia, globalização e medicalização (da vida) a nível mundial, podemos apreender, sob o nome de medo e falta de medidas e seguranças eficazes que não há forma de comparação entre a sociedade atual e as anteriores no setor do uso e abuso de drogas. Illichi refere uma “sociedade drogada”, regida por “regras tóxicas de convivências”, que lança permanentemente produtos que devem ser consumidos sob o risco de excluir e eliminar os seus não consumidores.
Desde um movimento, recente e antecedente, em que as drogas foram o símbolo revolucionário contra o “estabelecido” (“establishment”) até a nova cultura de drogas ligada aos traficantes e ao crime organizado (resultado desta linguagem contra o estabelecido que os fez surgirem...) vem tornando-se indiscutível e assustador a relação direta com a criminalidade e crescimento da violência da nossa atualidade. Mudando drasticamente o contexto anterior na questão do uso e abuso de drogas e suas conseqüências nas relações sociais e na atual distorção dos valores morais humanos pelos valores e leis do mercado econômico atuais. A antiga forma de linguagem do uso e abuso de substância pela pretensão de um mundo pacifista (de paz e amor) gerou e engendrou, como conseqüência de um amplo contexto de uma cultura violenta e sanguinária associada, não somente ao tráfico, mas as escolhas relacionais, o projeto humano e os valores que estão (re-colocados) em jogo.
A continuidade do ser humano no contexto de sua relação com o meio (ambiente, ecologia e sobrevivência de ambos) parece ser um dos itens mais colocado em questão e evidência.
(do livro Álcool, outras drogas e informação, Casa do Psicologo, 2002 de Pulcherio, Bicca e Amarante Silva, no capítulo: Abordagem Ecológica: uma visão ampliada do problema da dependência química, p.204)
Álcool, outras drogas e informação
Por Gilda Pulcherio, Bicca, Carla/pulcherio, Carla Bicca, Fernando Amarante Silva
Colaborador Carla Bicca, Fernando Amarante Silva
Publicado por Casa do Psicólogo, 2002
ISBN 8573961872, 9788573961874
[ O livro custa (+ou-) 39,00 http://www.basilivros.com.br/loja/detalhes_produto.asp?CodigoProduto=445 ]
Parte 5 - Abordagens atuais no CAPÍTULO:
Abordagem Ecológica: uma visão ampliada do problema da dependência química.
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