[:o] "A Lógica é, na verdaDe, inabalável, mas ela não resiste a uma pessoa que quer viver" Kafka [;)]

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

House S07E16 - My body is a cage by Peter Gabriel - legendado pt-br

sábado, 27 de maio de 2017

Bob Dylan - Like a Rolling Stone

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Sens8 - What's Up - [LEGENDADO]

sábado, 13 de maio de 2017

Johnny Flynn - Einstein's Idea

domingo, 9 de abril de 2017

Sobre o Mar e o Amar...

https://www.youtube.com/watch?v=o_5-Kf2CrLc
Eu queria falar sobre o lixo que não deixei para o vento levar...
Fiz Perguntas ao Vento e o Vento sempre trouxe Respostas... Perguntei, Perguntei, Perguntei...
As vezes as respostas não vieram tão rápido, as vezes eu nem lembrava a Pergunta...
Mas elas sempre vem [ou vêem]... Como se as perguntas fosse Batidas na Porta, e como se Batendo, Batendo e Batendo as portas de algum Céu se Abrissem...
Como os filmes que venho assistindo... como as mortes que venho repetindo...
Tanto bate... até que Fura... Fura o dedo, fura, Fura, Fura... até que fura!
Venho catando os lixos nos mesmo lugares até que veja algum resultado diferente. Vejo os resultados, mas eles não são diferentes e o lixo continua a se acumular...
As vezes fico pensando: Será que aquele não é o meu lixo que eu não assegurei que viesse parar novamente dentro da lagoa?! Será que aquela embalagem é a minha, que deixei escapar... que recolho novamente... E Novamente... E Novamente... E novamente...
Recolho, Recolho, Recolho... Até que o filho do Peixe Sobreviva.
Até que os filhos da Creche não vejam novamente a butuca de cigarro que seus pais deixaram em frente da sua creche enquanto esperavam as suas saídas... Eles pensaram que acertaram a lixeira, a batuqueira. Mas sua butuca caiu no chão... e fui lá e juntei novamente, e novamente, e novaMENTE...
E fui aquele pai distraído que deixei a butuca cair, e fui aquele peixinho pequeno que me deixei queimar pela butuca, e fui aquela peixa mãe que viu seu filhote morrer pela butaca do pai descuidado... que a deixou cair novamente... e fui aquele filhote de peixe que viu a butaca cair acessa e quente e quis brincar com ela. Ela me parecia divertida para brincar...
E fui o filho contente daquele pai distraído olhando ele deixar cair sua butuca na lagoa e quis fumar quando adulto, mas morri de enfisema pulmonar aos quinze...
E fui a mãe velhinha que não suportou a morte de seu filho tão novo e quis esquecer, esquecer, esquecer...
Lembro de outro filme que remete para a mesma temática: não estamos separados, somos ele e aquele e aquele Outro... Somos todas as diversidades que identificamos, e desqualificamos e julgamos... e não vimos no Caminho... E aquela Outra que estava do Outro Lado do Mundo... em Outras Terras distantes; Em Outra língua, em Outro Tempo...

quarta-feira, 29 de março de 2017

Johnny Flynn - The Wrote And The Writ (High Quality)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

David Bowie - Modern Love (12" Extended Version) (1983) HD †

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Cada Vez Mais Grávida...

Eu tô grávida
Grávida de um beija-flor
Grávida de terra
De um liquidificador
E vou parir
Um terremoto, uma bomba, uma cor
Uma locomotiva a vapor
Um corredor

Eu tô grávida
Esperando um avião
Cada vez mais grávida
Estou grávida de chão ... [Marina Lima]    - https://www.letras.mus.br/marina-lima/88213/
Da História Anterior posso dizer que apesar do "não planejamento", foi minha melhor viagem, mas ela não acabou, sou mãe até a eternidade e as lições nunca acabam, a gravidez de uma mãe não se acaba... ela só segue.
Uma mulher não é mãe, ela está mãe... E o momento gestacional é a eternidade onde ressoa a existência e resistência de gestacionar a maternidade e o sujeito filha da existência e, também da resistência.
O Nome dela não poderia ser outro. Um Juiz decidiu que ela deveria ter o substantivo masculino agregado a um nome feminino, mas o pai de registro não iria aliar Luana ao Mel, ele cortou o nome duplo e cedeu uma linda duplicidade ao meu presente de maternidade: Luana R. foi crescendo Mel R.
Este link irei separar da segunda violência, pois ele declara meu amor, no próximo pretendo escrever sobre paternidades...

https://www.youtube.com/watch?v=_2xYN5hd5aUhttps://www.youtube.com/watch?v=_2xYN5hd5aU

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Chet Baker - Best Of Chet Baker

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A condição de Mulher é MUITO MAIS complexa que Identidade e Morte...

Nas agendinhas redescobri quando foi que comecei a tomar, pela primeira vez os anticoncepcional e outras medicações além da insulinaS...
No caso da anticoncepção foi por causa de um mioma que me fez sangrar como nas primeiras menstruações: o mês inteiro [30 dias] e alguns acidentes sangüinoLENTOS demais...
Eu já tinha 34 anos, foi antes de 2001, o ano do atentado as gêmeas torres, só que um pouco antes: 24 de abril de 2000!
No ano anterior, na data de meu aniversário [mais ou menos] recebi um presente legal e especial [marcas!], passei num teste para receber uma Bolsa de Pesquisa [pesquisadora! Em Psicologia Comunitária Social...] e nesta experiência atravessei uma experiência fantástica com a "Mainha" acadêmica.
Já tinha uma filha de 13 anos, mulher, como eu. Mas não sei se ela já menstruava// sangrava, [sim ela me disse que foi aos 11anos], com certeza já sabia sobre a sina de ser mulher neste mundo desigual...
Quando eu estava no auge da adolescência, 15 anos [, menstruando desde os 9 anos, mais de cinco anos de sangramentos indicativos de não concepção,] fui diagnosticada com Diabetes Mellitus tipo 1. Doença autoimune que logo me tornou insulino dependente, numa idade em que minha vida ainda era dirigida pelos adultos responsáveis por mim [heróis do meu ponto de vista - pois fico imaginando pais de diabéticos crianças e adolescentes hoje em dia]. Em uma, das várias consultas particulares que meus pais financiavam, a médica responsável, em seu ato médico e no processo terapêutico à doença, ajudou muito minha mãe em sua influência sob a temerosa mãe.  Esta lhe disse ser recomendável que eu não usasse anticoncepcional, nem passasse por alguma gravidez, sob risco de uma sensível piora de minha condição de "controle de saúde".
Seria difícil o "controle" de minhas glicemias com o uso de anticoncepcionais! Minhas menstruações eram difíceis, irregulares e bastante sanguinárias... Era 14 dias do mês de tensão e angustia e sete dias de muito sangue. Quase metade do mês em tensões, sangue e estrago de possibilidade de vida sexual ou, ideia de... Se a Diabete era complicada de “controlar” ela era só um dos complicaDORES ao restante do meu crescimento natural.
Era mais saudável, pela autoridade médica terapêutica, ficar longe dos comprimidos e, pela autoridade materna e criativa, ficar distante de qualquer iniciativa ou mesmo pensamento [que dirá ato...] que levasse a alguma gravidez por "gravidade" da doença destino.

Uma das Primeiras Violências...

domingo, 8 de janeiro de 2017

intermitências da Morte

Provavelmente eu só possa escrever sobre meu péssimo relacionamento com as mulheres e com o “ser” uma Mulher.

Depois do discurso histórico de Madonna ao ganhar o prêmio de Mulher do Ano pela Billboard; a biografia de Amy [biografia escrita pelo jornalista britânico Chas Newkey-Burden, 2008, anterior a morte dela] e do Filme sobre Janis Joplin [filme de Amy Berg, 2015] sinto que caminho para a outra despedida em minha vida. A Sra. Morte ainda não veio, talvez até me leve antes da despedida e eu fique na confortável posição de espera-la do lado de lá...  

Venho me dando conta [muita conta...] desta situação, de ser Mulher, Mãe e Filha. 
Fiz uma honrosa despedida de meu Pai, mas tudo me indica, da conflituosa relação com a primeira e a segunda esposa dele, a Dona Morte [uma mulher!] que não irei na confortadora situação de sair daqui primeiro que primeira esposa, a mãe, a mulher. Meu encontro com a segunda esposa será depois do encontro com a primeira...
Há Conflitos... Ela não deixará que eu me mova da posição embaraçosa de descarrego. O lugar em que demostra que está viva; controla;  organiza [muito melhor que qualquer ignóbil] e quem manda através da briga, muita briga e qualquer embate. Provavelmente brigaremos antes de uma despedida, muito embora haja muito beijos e risadas, muito mais risadas convictas; mas não há tantos em quem  possa descontar suas necessidades de controlar e de dizer o que  e "como" fazer.
Cada dia em que políticos Ladrões, Corruptos e Canalhas agravam e estragam a vida do Povo, basicamente, Trabalhador, a coisa só piora. Me mostrando como somos coordenados eficientemente pelos controladores de nosso dinheiro, energia, e economias, arduamente suadas do rosto ou dos nossos parentes – sei que isto evidência a ela em seu trono de certezas que não é ela nem Outra Mulher quem Controla – elas apenas criam os monstros e eles no sexo oposto se mostram destruidores.
Me coloco novamente diante da proximidade dos diálogos com a melhor amiga, a intermitente, como meu pai a chamava. E quando o assunto é essa segunda Mulher ela sempre fala muito alto com TODOS. Não tenho meios para nega-la, nem sua voz ou as ideias.
Enquanto houver Vida há despedida.
Enquanto há Vida há o que Perder.
Mas se não há Vida, haverá encontro.
Alguns dizem que é com o N A D A, não creio!
No Trabalho de Conclusão Acadêmica, que não consegui fazer sobre o tema da MORTE, mas que conversei com meu pai antes dele casar com esta segunda senhora, Morte. E nos diálogos com este, que também não conseguia deixar de escutá-la, me desviei, através do afastamento, de uma ótima Supervisora para a Outra ótima Supervisora, chamada de "mainha" carinhosamente, e que me conduziu através do assunto IDENTIDADE.  
A condição de Mulher é MUITO MAIS complexa que Identidade e Morte...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

ANA - Te Faço Um Café

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Luísa Maita - Lero-Lero (2010) Álbum Completo - Full Album

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Maria Bethânia - Não Mexe Comigo

domingo, 11 de dezembro de 2016

Patti Smith - A Hard Rain's A-Gonna Fall (ceremonia Nobel 2016)

Não tive o tempo para perguntar-me: "São minhas canções literatura?" Então, eu agradeço a Academia Sueca, tenha o tempo para considerar essa questão, e, finalmente, para fornecer uma resposta tão maravilhosa.
Meus melhores desejos a todos vocês, Bob Dylan.

Uma Chuva Forte Vai Cair

Oh, onde você esteve meu filho de olhos azuis?
Oh, onde você esteve, meu jovem querido?
Tropecei ao lado de doze montanhas nebulosas
Eu andei e engatinhei em seis estradas tortuosas
Eu pisei no meio de sete florestas tristonhas
Entrei e saí da frente de uma dúzia de oceanos mortos
Estive dez mil milhas na boca de uma sepultura
E é uma forte, e é uma forte, é uma forte, e é uma forte,
E é uma forte chuva que vai cair



domingo, 19 de julho de 2015

Bondades Desdobradas

Queria escrever
Mas nada me ocorre
Em verdade
Escrevo por proximidade as mentiras,
Mentiras que minha mente insiste em contar-me
Como montar coisas e desmonta-las...
Estantes, sebos, grana e comida...
Casa, comida e roupas lavadas...
Conforto e desconfortos...
Vontades Férreas
Bondades desdobradas

Contos da vida

campo_de_trigo_com_sol.jpg
O sol veio acalentar o dia, o céu azul esperava atitudes, o vento nem espreguiçava. As vontades estavam sonâmbulas. E solitária numa manhã de domingo, aonde o café era ardente e quente com torradas e mel, as sensações do dia eram de pura melancolia.  
Reagia e colocava o biquíni minúsculo e amarelo com flores coloridas, alegrava o corpo com a possibilidade de quem sabe ir de encontro do meio ambiente.
A praia estava lá do outro lado do morro, o terraço era só feito de um silêncio ao despertar os pássaros, e quando da bica abria-se a água fria, eles piavam. 
A Carioca também tem dias solitários. E estar aqui ou acolá na praia, esse dia, seria como que cercada por desconhecidos. E preferiu o acerto do tempo que nem passava. 
A cadeira estendida ao corpo que debruçado ficou a deitar-se com o sol.

http://dianabalis.blogtok.com/blog/18813//

sábado, 6 de setembro de 2014

Nem sai do Inverno e já estou fazendo planos para a PRIMAvera!

https://www.youtube.com/watch?v=-vVDyceJurM

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Plebiscito!




segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

NOTAS SOBRE o AMOR e os LAÇOS SOCIAL Melina Cardinal, Mandela/Madiba

Notas sobre o Amor e os Laços Social
Melina Cardinal, Mandela/Madiba

"O que ocorre, de fato, é que, quando me olho no espelho, em meus olhos olham olhos alheios; quando me olho no espelho não vejo o mundo com meus próprios olhos desde o meu interior; vejo a mim mesmo com os olhos do mundo - estou possuído pelo outro".
Mikhail Bakhtin

Urgente encontrar mais representantes de um Laço Social mais forte quando Mandela já não esta mais aqui.
Desde o dia 05 de dezembro o mundo fica menos humano sem seu exemplo de “singeleza na sofisticação da personalidade” (disse um comentarista).
O “Encrenqueiro” Mandela, ou Madiba, era um ex-presidiário, preto, pobre, QUE CHEGOU A SER PRESIDENTE ELEITO e que lutou pela igualdade em direitos e direito à diferença. Ele era comunista, Marxista e disse ter tido como principais apoiadores figuras “não gratas” (ou “encrenqueiros”, como Mandela foi  chamado quando criança antes de seu nome tribal, Madiba).
Para terminar a mesma semana soube sobre Melina Cardinal, que é uma jovem Canadense de 19 anos que está no Brasil “há alguns meses fazendo vários trabalhos voluntários como dar aulas de inglês a moradores de rua. Ela consegue comida aos que ficam para assistir à aula, que acontece numa calçada no Bairro da Lapa.” Esta foi a informação que coroou o final da mesma semana.
Se final sempre busca algum retorno: a semana trouxe algo ruim e terminou com um destaque de notícia tão bom! Resta nos comemorar e aguardar que de algum destes “encrenqueiros” que Melinda “reforça a autoestima” de a chance de mais Madiba/Melinda querendo mostrar que “é possível aprender coisas novas dizendo a eles que se dormem no chão, não significa que são lixo"
É o que a linda espécie de humano responde aos que perguntarem se ela tem alguma esperança de eles aprendam o idioma: “...não é a coisa mais importante... não julgo se usam drogas ou não, procuro me afastar se estiverem usando, mas quem somos nós para julgá-los? Eles são pessoas que vivem nas ruas e muitas vezes não têm o que comer. Já pensou como eles ficaram nesses dias todos de chuva? Sei que não posso tirá-los das ruas, mas é importante fazer as coisas andarem.”
A crença na Humanidade se refaz com homens e mulheres assim!  Dão nós ímpetos e intento de seguir as batalhas sem muito chororó. Parafraseando o comentarista e aumentando a sofisticação de nossas sutilezas.
“Há três meses no Rio, (desde novembro) Melinda mora numa república na Lapa com outros brasileiros, faz trabalho voluntário na ONG Urerê, da socióloga Yvonne Bezerra de Mello, no Complexo da Maré, e também na favela Júlio Ottoni, em Santa Teresa, onde morou inicialmente. Em outubro, resolveu também dar aulas na Rua Gomes Freire.”
Melina Cardinal, Mandela/Madiba,
Willian Van Gohg
e os outros
todos bons companheiros e encrenqueiros da estradas

terça-feira, 12 de novembro de 2013

As sagazes Sagasssssssssssss [ou seria SALGaS]

A saga diz devemos ir para os jardins... algum porto celeste... algum lugar para recuperar nos das decepções...
Como teria dito Rilke:

Estou muito só, mas não bastante para que cada momento seja sagrado. Sou muito pequeno neste mundo, mas não bastante para jazer apenas à tua frente com uma coisa, sagaz e secreta. Quero minha própria vontade, e quero simplesmente estar com minha vontade, que se prepara para a ação, e nos momentos silenciosos, que por vezes mal se movem, quando alguma coisa se aproxima, quero estar com os que conhecem as coisas secretas, ou então sozinho.”
A saga contínua continua, anuncia e acrescenta que após o JARDIM devemos dançar a dança dos GUERREIROS...
       Digo a que venho:
         Prefiro e, até mesmo quero que possas falar, mesmo que não concorde com o que diz. O que quero é lhe ouvir dizendo o que pensa. Talvez até morresse nesta ideia.
         Não aquilo que pensam os outros, nem o que os outros pensam... Eles não podem dizê-lo por ti, só mesmo você poderá dizer! Quando o outro diz por você ou tenta dizer o que você disse no seu lugar e “posição” a posição não é sua e ele não pode ocupar o seu lugar! Os únicos que podem falar de nossa posição somos nós mesmos...
Sua posição é aquilo que você diz, faz, como diz e como faz e o seu silêncio é só seu e ele também poderá falar por você [pelo menos enquanto você toma a sossegada posição de silêncio. Aquilo que o outro diz por você ou no seu “lugar/posição” nunca poderá ocupar o lugar / tempo do que você poderia ter DITO ou silenciado].
         O Outro [qualquer um que seja, mesmo o silêncio] não poderá tomar sua posição: dizer o que você poderia ter DITO [passado].
         Se quiser ouvir ou mesmo falar é preciso tomar a posição sem platéia para aplausos às vaidades, segurar os seus olhos no olhar do outro, segurando e ajudando a segurar o tom de voz.
Ouvindo o que o outro tem a dizer e esperando o que ele lhe disser. (Morreria por este direito do outro, mesmo sem concordar com seus argumentos, parafraseando Voltaire novamente).
         Crie monólogos e correrá o risco de ficar falando sozinho... Se este monólogo for de Gritos corre o risco de manter TODOS acordados, mas provavelmente não servirei mais de Testemunha para as Evidências de que NÃO PODEMOS CONVERSAR!
         Ou ambos falamos sem interferências simultâneas e gritos ou não poderei te escutar, minha saúde não permite e, Ou ambos falamos sem terríveis interferências ou não poderei te escutar, somente ignorar [não tenho disposição ao monólogo, somente para bons atore e ótimo texto].
         Para tentar evitar competir no Grito [mesmo o do silêncio] da minha voz grave, grutal e empossada [sem necessidade de posse. Esta podes pegar junto a toda quinquilharia que julgas possuir e vá “defecar” no potinho, eu não quero responder a pergunta da potencia de minha voz ela poderá me levar a falência mortal].
         Tenho dito, não participarei de nenhuma REUNIÃO DE GRUPOS EMPOSSADO que alguma Presidente, que não conheço e que foi empossada não sei quando, chamar!
Só participo àquela reunião que suponha diálogo mínimo com a composição básica de uma Diretoria formada há muito tempo atrás, com sócios fundadores. Nesta estarei lá desejando ouvir e fazer-me ouvida!
O que quero chamar de diálogo, não inclui DISCUSSÃO, FALTA DE ABERTURA, GRITARIA, CHORO OU QUALQUER BAIXARIA. Preciso ocupar meu tempo com paz e desejo que TODOS possam ser muito felizes. Existem coisa melhores que este desejo sem voz e a posição sem voz, a que grita ou a que silencia... as duas não tem a posição mais importante da relação: a ESCUTA!
Você não poderá PURAmente se casar com a Cultura, ela inclui muitos. Inclui muitos tipos de casamentos. Em nenhum deste possíveis casamentos com a CULTURA a propriedade irá prevalecer – nem naqueles “contratos” mais perfeitos na sociedade mais evoluída de qualquer Cultura Humana.
A cultura, que é Feminina, não aceita qualquer “contrato”, sendo livre ela exige ventre livre às suas filhas [filhas legítimas da Cultura. Deve haver alguma história mitológica que dê fundamento a esta ideia]
À Cultura, que é livre, poderá ser atribuída algum valor, mas ninguém poderia pegar, pagar, comprar ou possuí-la, somente será possível USUFRUIR e trocar. Propriedade é para DONOS e cultura não casa...

ESPAÇO ALTERNATIVO
DE PINDORAMA
TUPINIQUIM do MACUNAÍMA na Semana de Arte Moderna Praieira Dentro da CULTURA ANTROPOFÁGICA (1922) [Lamonaco... Baggio e Jogador Argentino do Bocca que cobrou 3 penaltis, errando os 3!

EU SÓ QUERO DUAS COISAS: PAGAR AS PASSAGENS DE IDA, mas SEM VOLTA e
QUE NUNCA ESQUEÇA A METÁFORA...
Que neste caso não é só a minha, mas aquelas que disseminaram os risos, até dos palhaços!

Quando uma história [ou estória] faz rir até os Palhaços ela está fada a fazer rirrsrsrsrsrsrsrsrrs!

         Que tristeza!
         Mas por que me faço triste?!
         Porque não deixo (ou tento deixar) as tristezas me atravessarem e transformar o meu caminho em algo melhor?
         Porque tanto medo da dor e de sofrer?!
         É algum duelo?! Há algo a proteger de valor?! Há algum valor em proteger algo num duelo que levará somente a morte?!
         A MORTE É SEMPRE A MELHOR COMPANHEIRA [a morte é sempre um drama também, diria alguém] e a COMPANHEIRA ideal para a ilusão é sempre uma boa amiga... Ela dispara a flecha que conduz a algo bem mais verdadeiro, até mesmo para aqueles que acreditam na possibilidade de alcance da VERDADE, do conhecimento, da liberdade, ou mesmo da CULTURA...
         Na eminência da morte é improvável, inútil e irrelevante crer, acreditar, conhecer, cultuar ou não... Ela vem mesmo assim e nos leva se aceitamos ou não, se sabemos ou não da sua companhia. Eu suspeito que a morte possa ser a melhor amiga da VIDA, ambas, dentro deste meu pensamento são complementares, contínuas e AMIGAS, caminham JUNTAS:


Quando a vida prevalece à morte é porquê depois de muito diálogo uma delas cede ouvindo o outro ponto de argumentação. Cede o argumento mais relevante. 
Aquilo que mais posso adorar é a morte da ILUSÃO. Quando o diálogo acontece entre estas duas instâncias a morte sempre prevalece e a ilusão ACABA! 
Então, amigos, só resta esperar a morte das outras ilusões que iremos colocar nesta posição: iludir A MORTE! Se prevalece a VIDA a ilusão acaba [não necessariamente com A morte!]
Me pergunto: Se a vida prevalece, a ilusão acaba?! Talvez não... dependerá mais de nosso poder de VIDA  e  MORTE. A ilusão tende a diminuir conforme nossa rendição [reedição] de certeza de Morte/Vida?!
Mas dou o braço a torcer, é só MAIS um pensamento evolucionista!
         E a CULTURA?! O que seria ela?!
         Seria de fácil definição?!
Será que alguém poderia defini lá?!
Será que alguém, algum grupo, teoria OU entidade; 
de esquerda ou de direita; 
da posição ou da oposição; 
do setor público ou do privado pode tomá-la como “propriedade”?
         Eu [APENAS] me pergunto...

sábado, 21 de setembro de 2013

Erechim Realizado: O lobo misterioso e os sinais

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

NOTAS SOBRE O AMOR E SOBRE O AMaR

"...não admira que muitos habitantes das cidades se sintam apreensivos e ameaçados quando expostos não apenas a estranhos[...] 'não domesticados' e 'sem controle'... A primeira reação emocional e refugiar-se em minifortalezas chamadas 'comunidades fechadas' e trancar as portas..." 
Zigmut Bauman
1.   SERIA POSSÍVEL VIVER SEM AMAR?!  2. SERIA POSSÍVEL ESCOLHER O SOFRER?!
As propostas não são respostas, poderíamos responder de formas tão variadas quanto seja possível os VIVERes!
Não consigo pensar um simples “sim” para estas duas perguntas, mas prefiro explorar as formas como insistimos em levar nossas vidas quando as coisas tendem a não dar muito certo, ficarmos perdidos ou enclausurados em nossas dores. Sem exercício sincero de formas alternativas, sem expectativas de mudanças. Vamos calmamente adaptando-nos as estagnações doentias naquilo que chamamos: Nossas Vidas. As mais terríveis formas de avançar os dias sem nos responsabilizarmos.

20 DE JUNHO DE 2013

Depois de uma semana de manifestações assistimos o grave DIVÓRCIO entre o falsário poder do GOVERNO e o legítimo PODER DO POVO.
O falsário (aquele que só possui poder emanado do legítimo) tem força e poder organizado (violento) de comunicação. E o POVO: de onde emana o poder, que tem uma secular educação para o respeito e para a desorganização, mas é maior, mais poderoso e legítimo, apesar de ser muito mal administrado, orientado e organizado. Há também os outros, os telespectadores, participantes passivos que são como as crianças que assistem os pais se digladiarem nos espaços fechados das casas.
Quando ocorrem divórcios e brigas violentas entre os adultos, há separação de corpos, de valores, etc. Os dois poderes que se digladiam em amplas demonstrações de falta de diálogo usam crianças expectadoras como “moeda de troca” e as envolvem na dinâmica psicológica e doentia que se expande em todos e quaisquer dos outros possíveis envolvidos.
Nem sempre conseguimos distinguir culpados e inocentes, estas instâncias se misturam e revezam. Mas percebemos que PAI e MÃE (POVO e GOVERNO/ESTADO dentro da outra comparação) não são os únicos envolvidos. Todos os que assistem, vivem em ligação e responsabilidades; sejam adultos ou crianças, vizinhos ou moradores do mesmo espaço, representantes da lei e da ordem, funcionários que recebem ordem ou as questionam. Todos participam de forma ativa, passiva, pacífica ou violentamente. Seja na sala da casa, no canto, atrás da porta, na internet, no quarto, na casa ao lado, na Delegacia, todos estão envolvidos na mesma REDE.
Vivemos as NOITES DE TENSÕES E DIVÓRCIO NA FAMÍLIA BRASIL que indicam CRISE NAS RELAÇÕES e no AMOR que as envolvem: nenhum dos filhos fica tranquilo. Nem os que dormem, nem os de pouca idade para compreender onde começaram as confusões e os conflitos. Os idosos e os mais novos que moram na casa sofrem as consequências dos gritos da falta de limites.
O Limite, o casamento, as relações estão rompidas. Quando este artigo for publicado estaremos adiante nesta história, mas não será mais possível fazer de conta que papai não bebeu e que mamãe não apanhou. As crianças deverão ser protegidas não enganadas, nem silenciadas. E se houveram capitais mais pacíficas, o desconforto e os confrontos anunciam o desgosto geral, ao menos no número de participantes mais ativos e responsáveis e TODOS OS ENVOLVIDOS. Ângela Barcelos da Silva - CRP 07/17787 - Fones: 9625 4212 - 9321 1866 Psicóloga 

Notas sobre o Amar

“...Sigo às vezes em mim... essas coisas deliciosas e absurdas que eu não posso poder ver, porque são ilógicas à vista - pontes sem princípio nem fim, paisagem invertida - o absurdo, o ilógico, o contraditório, tudo quanto nos desliga e afasta do real e do seu séquito... O absurdo salva de chegar... aquele estado de alma que começa por se sentir a doce fúria de sonhar. E eu chego a ter não sei que misterioso modo de visionar esses absurdos... vejo essas coisas inconcebíveis à visão.”

O LIVRO do Desassossego, p.345, Fernando Pessoa.


                Num filme, o personagem médico legista descrevia óbitos dentro de sua mente. Ele só podia se relacionar com os corpos, e O CORPO, era um corpo morto. Fixado na sua profissão e no seu modo de operá-la, descrevia o estado dos corpos dentro do padrão do seu registro de óbito: “... alto teor de amargura em sua bílis... a rigidez de sua arcada dentária não deixava escapar nenhuma evidência de sorriso sincero... a causa morte é clara: FALTA DE AMOR... Todos querem escapar à morte sem este fim...”.
Peguei-me pensando no modo de operação do personagem como o de alguém que sofre de FALTA DE AMOR descrevendo o modo operante de sociedade. Só podemos descrever um modo de ver onde FALTA AMOR a todos os que nos envolvemos ou em qualquer possível relação. Corpos que irão um dia encontrar a morte, sem evidenciarem o AMOR, a VIDA, etc. Aparentemente vivos, mas sem possibilidades de viver, muito menos amar.
Formas de viver que descrevem nosso modo de vida atual: não planeja nem compartilha existência de viver e amar.
O amor como exercício, uma possibilidade. Que diferente da morte pode acontecer ou não, se houver vida, amor e compartilhamento. Um processo que arrisca encontrar os outros em estado de amor e a experiência da aventura deste encontro até outros encontros, ou desencontros. Além de conseguirmos perceber mais que apenas corpos, podemos permitir encontrarmos alguém que se sinta mais que corpo? Do modo como o ditado Balzaquiano: “Sempre chega uma idade em que a vida não passa de um costume exercido em um meio preferido”? (A Comédia Humana, Gobseck).
Este “meio” refere-se a um único modo de vida: o “costume exercido” de forma defensiva, durante anos e tornado modo de VIDA; Um único modo que nos defende de nós mesmos, da vida e dos possíveis AMORES. Um modelo que cultiva morte. Este modo deixa de fora AMOR, VIDA e nós mesmos.
Abrem-se campos de conflitos e modos de sofrer social, criando espaços vazios preenchidos pelas mais variadas drogas, anestésicos para o sofrimento: lícitas, ilícitas, doentias e até as mais saudáveis. Nos suicídios, em alguns casos mais graves de depressão, a morte passa a ser um modo de operar e dialogar com a vida...
Se a morte tornar-se a única forma de diálogo com a vida, os amores logo passarão a ser um modo de operar o equívoco de falsos amores destinados ao fracasso. Quando permitimos algum modo de desassossego nos nossos planos de vida podem começar a surgir outras formas de existir que não se console somente com o costumeiro, nos desafiando viver e AMAR com menos anestésicos e A+morte+cedores e menos drogas de amortecimento para a vida, para os amores, suas dores e os risco de suas possibilidades.

publicado em junho de 2013
Jornal Litoral Norte
Ângela Barcelos da Silva
CRP 07/17787 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Prosas PoéticaS

POESIA EM FORMATO DE PROSA
RELATOS POÉTICOS DE REALIDADE
PROSA POÉTICA DAS REALIDADES
Eu não prometo em momento alguma Prosa, nem Poesia, nem Realidades.
O que há, apenas, são suposições... SUPERposições. Relatos dos desejos e das mesquinhas situações, nem sempre POÉTICAS.
Uma vez eu escrevia de uma situação em que possivelmente me sentia melhor:
“E se depois de tantas asas de pássaros
o pássaro parado não sobreviver!
Será realmente melhor
Que sejamos todos engolidos agora, e acabemos!”
A guerreira tem sua espada de madeira na mão, e com ela escreve-te estas linhas de guerra.
No entanto, espada não separa a alma de criança da sua alma de adulta e voa... “quinze francos” re-estabeleceriam a chave?!
“É certo que há trutas (ou ao menos um grande peixe) em algum lugar e talvez eu apanhe uma delas, se não mostrar que quero... se não mostrar que quero... se não mostrar que a quero....”
A espada de “Vajra”, que torna possível minha alma, a vida espiritual e adulta. A espada mágica que me separa desta auto-preservação e da minha intensa autopiedade...

Perdi o fio da meada... Eu acho.
Não sei muito bem o que fazer e para onde ir... num misto de liberdade e inutilidade. Como se houvesse perdido a missão...
Não me arrependo das atitudes tomadas (será que isto se estende as atitudes que não foram tomadas?!)
Eu me olho e não enxergo NADA [adan!]. Meus olhos estão vazios.
Setembro de 2013

Aqui estarão registrados diversos momentos diversos no tempo.




sexta-feira, 6 de abril de 2012

Texto digitado nesta data, mas manuscrito e com a letra de meu pai...






São João do Sul / Passo do Sertão

Há Milhares de anos as terras pertencentes ao município de Saõ João do Sul eram habitadas por pessoas americanas que os invasores europeus denominavam de índios. Estas pessoas, como grupo étnico-social, estavam praticamente extintas já no século XIX, quando os irmãos MANOEL e LUCIANO RODRIGUES DA SILVA, em 1820, adquiriram, por compra, extensas áreas de terra, SESMARIAS, que compreendiam a maior parte de área do município.
Curralinhos, hoje pertence ao municípiodo Passo de Torres, considerando o início do povoamento de Sombrio, por maior razão (?letra pouco legível?) também, deve ser considerado o início do povoamento de São João do Sul, bem como de outros municípios da região, especialmente o próprio Passo de Torres, onde são numerosos os descendentes dos irmãos RODRIGUES DA SILVA.
Manoel RODRIGUES DA SILVA, genro de Manoel Ferreira Porto, que é considerado um fundador de Torres-RS, fez a primeira capela desta localidade, (Ferreira Porto? ou Rodrigues da Silva? [se o autor estivesse aqui comigo poderíamos levar horas avaliando este detalhe, a frase em si e viajaríamos pelas histórias e estórias...)] onde foi sepultado com a esposa (provavelmente Cândida de Lima Porto[!a resposta!])
Em meados do século XIX, antes portanto, do início da chegada dos alemães na região, haviam moradores remanescentes de americanos (Bugres) e descendentes de Portugueses e seus escravos africanos (e/ou mestiços).
No final do século XIX, após a proclamação da Republica, com a chegada demais alemães, tivemos o sepultamento do primeiro rebelde e foi iniciado o cemitério em Espigão de Barro, hoje pertencente ao município de Praia Grande-SC.
Os rebeldes, 'maragatos' e federalistas lutaram contra os governistas, 'pica-paus' e republicanos, que degolaram o pai de José Rodrigues da Silva Filho (1867-1963), cujo irmão GORDIANO morreu em um combate em Araranguá no final do mês de agosto de 1894. Nesta época foi morto ARMANDIO BORBA em Pinheiros, perto do então Passo do Sertão, e onde, também, mas já na década de 1920, foi morto JACINTO OLIVEIRA ligado aos pica-paus.
No início do século XX, os avós paternos do autor, APOLINÁRIO JOSÉ DA SILVA e BALDUINA JOANA DE JESUS, filhos de mulatos, sendo que alguns foram escravos, residiam no chamado Passo do Sertão, onde nasceram, viveram e estão sepultados. Eram, portanto pessoas influenciadas pelos acontecimentos da época, pois ambos, que eram primos irmãos nasceram nas proximidades da Abolição da Escravatura e da Proclamação da República.
O segundo filho do casal, BARCELLOS APOLINÁRIO DA SILVA, pai do autor, nasceu em Primeiro 01-01-1914 e faleceu em 03-1951, em sua residência, na Sanga da Madeira e foi sepultado no Passo do Sertão onde havia nascido.
O autor, terceiro filho de APOLINÁRIO, nasceu em março de 1943, em Furquilhina (?), São João do Sul, onde seus avós haviam adquirido uma propriedade maior (já que a do Passo do Sertão havia se tornado pequena em razão do crescimento da família) e foi batizado em Pirataba-TORRES- RS.
Os avós paternos, mulatos, descendentes de mulatos que tinham sido escravos, herdaram terras e alguns de seus parentes próximos envolveram-se em brigas com pessoas de ascendência alemã e italiana, nas quais mataram e morreram.
Os irmãos do avó e da avó, paternos, que não eram poucos, também herdaram terras de JUSTINA PERREIRA DA SILVA e PAULINO PEREIRA DA SILVA, respectivamente. Este era o pai do avó do autor, e era casado com JOANA CECILIA DE JESUS, que era irmã de PAULINO. Seus filhos APOLINÁRIO JOSÉ DA SILVA, DIOGO, JOÃO, LEÔNCIO E .............. eram filhos de "seu senhor" ZÉ RODRIGUES.
Para Alvin Toffler, que desenvolveu a chamada Teoria das ONDAS, o Brasil vive, ao mesmo tempo, hoje, a Primeira, a Segunda e a Terceira ONDA. Segundo o principal critério toffleriano, que é, a rigor, ECONÔMICO, historicamente, a Primeira ONDA, agricultura, aproximava-se do início de seu declínio, enquanto no Brasil estava apenas iniciada. A Segunda ONDA, a industria, começava a rolar pelo mundo, ainda na visão de Toffler, e o Brasil-Colônia, escravocrata, continuava em plena Primeira ONDA. Assim permanecendo até depois de meados do século XIX, quando a avassaladora força da revolução Industrial passou a mudar o mundo, deslocando a arraigada situação agrícola.
É neste contexto que acontecem os choques locais após a Abolição da Escravatura e a criação do novel republicano.
Os RODRIGUES DA SILVA, descendentes de sesmeiros-escravocratas, rebeldes, representantes da Primeira ONDA, lutaram contra empreendedores-invasores, governistas, representantes da Segunda ONDA, tal como ocorreu na guerra Civil Norte Americana e, já neste século, na revolução Russa e Chinesa.
Em todos estes choques, as forças da Segunda ONDA, industriais venceram as forças da Primeira Onda, agrícolas, razão pela qual a história de JOSÉ RODRIGUES DA SILVA FILHO e seus irmãos está mal contada, pois foi contada pelos seus "inimigos", que não são melhores nem piores, são simplesmente o Outro Lado ('Ai dos vencidos', dizia Breno, o chefe Gaulês aos Romanos, diante de uma balança viciada).
Hoje, quando todas as injustiças e desgraças estão esquecidas e sepultadas e assim devem permanecer, quando maragatos e, agora,Chimangos [Gremistas e Colorados?! grifo nosso!]com lenços vermelhos e brancos podem até confraternizar em paz, devemos lembrar que estamos num "olho de furacão", o surgimento na civilização mundial da chamada Terceira ONDA, teremos na história a sociedade de serviços, que lutará contra [e a favor] a Primeira (agricultura) e a Segunda (industria) ONDA, simultaneamente, e, segundo entendo, 'teremos turbulência', para empregar palavras e raciocínios da própria teoria toffleriana. Que, por razões óbvias, foi exageradamente simplificada. Pois, segundo o renomado estudioso, ele deixa entrever, com o que concorda plenamente o desconhecido autor destas mal traçadas linhas, outras ONDAS, nos mais variados campos, além do puramente econômico, como no campo político por exemplo, estão ocorrendo. O que complica ainda mais e enormemente toda a situação. O homem chegou num ponto que as forças do Acaso e do Destino precisam do fermento da l.............dada, inteligência. A Evolução terá de ser consciente, ou não será, nem mesmo no pacífico Sertão dos antepassados do autor, onde tudo está muito misturado. João Barcelos DA SILVA (entre 2008 e 2010).


ainda será acrescentado fotos a este texto, o primeiro publicado depois da sua morte em 26 de julho de 2012.